Em 1 de Junho, o Conselho de Administração da Portugal Telecom reuniu e convocou uma Assembleia Geral de accionistas para deliberar sobre a aprovação ou rejeição da oferta de aquisição de 50% da Brasilcel por 6,5 mil milhões de euros ou um preço mais elevado que viesse eventualmente a ser oferecido pela Telefónica antes da Assembleia Geral (“Oferta”).
No dia 29 de Junho, a Telefónica reviu a Oferta, tendo apresentado um novo preço de 7,15 mil milhões de euros. A Oferta assim revista foi submetida à votação dos accionistas na Assembleia Geral que teve lugar hoje.
Na referida Assembleia Geral, o quórum deliberativo foi de 62,9% e cerca de 74% dos votos expressos foram favoráveis à aceitação da Oferta. O Estado Português, através das Acções da categoria A por si detidas, votou contra a proposta. Tendo o Presidente da Mesa da Assembleia Geral considerado que a presente deliberação não poderia ser aprovada contra o voto correspondente às acções da categoria A, foi a Oferta considerada rejeitada.
Na sequência da Assembleia Geral, o Conselho de Administração da Portugal Telecom reuniu para analisar o resultado da mesma, tendo considerado ser necessário clarificar determinados aspectos legais, pelo que irão ser solicitados pareceres jurídicos para o efeito.
Tendo a Telefónica prorrogado a actual oferta nos termos revistos no dia 29 de Junho até 16 de Julho, será agendada uma nova reunião do Conselho de Administração uma vez obtidos os referidos pareceres.