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O Portal das Compras foi oficialmente apresentado pelo Governo, numa cerimónia que serviu também para dar a conhecer o ponto de situação sobre a implementação do Programa Nacional de Compras Electrónicas (PNCE). A numerosa audiência presente no Centro de Congressos de Lisboa ouviu o relato dos responsáveis pelos oito projectos que estão agora a iniciar a fase de generalização das compras electrónicas a todos os organismos e categorias de bens e serviços. Sendo a PT Compras uma das empresas com maior “Know How” nesta área, não poderia deixar de estar presente neste lançamento. Foi neste sentido que Governo e PT Compras, representada pelo Administrador, Francisco Horta Machado, assinaram um protocolo que tem por objecto a promoção da divulgação de práticas de compras e de comércio electrónico no âmbito dos objectivos do Programa Nacional das Compras Electrónicas.

PT Compras Os bens e serviços comprados pelo Grupo PT estão organizados na PT Compras, em quatro grandes áreas de compras: Sistemas de Telecomunicações; Sistemas de Informação; Produtos de Mercado e Serviços, Marketing e Publicidade. Apesar de ser recente, a PT Compras já permitiu uma captação de poupanças na ordem dos 160 milhões de euros através da separação de responsabilidades entre quem encomenda, quem negoceia e quem paga. A esta separação não é alheia a elevada especialização e profissionalização necessárias à actividade de negociação no mercado, incluindo-se no âmbito da actividade da empresa as aquisições de bens, activos e serviços onerosos para o Grupo Portugal Telecom, bem como a alienação de bens não comercializáveis pelo grupo e os produtos e serviços que não façam parte do core-business Projecto assumido como fulcral na estratégia da empresa, a criação da PT Compras contribuiu já em 2003, para uma captação de poupanças ao nível do Grupo Portugal Telecom na ordem dos 160 milhões de euros. Partindo de uma realidade em que as compras eram efectuadas de forma descentralizada, a concentração das compras ao nível do Grupo na nova empresa, permitiu um verdadeiro ataque à base de custos, tendo como pressuposto de base a separação das responsabilidades entre quem encomenda, quem negoceia e quem paga.
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